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Caseiro e mulher são condenados a 15 anos de prisão por matar advogado e esconder corpo em poço Blog


Bombeiros usaram uma máquina para resgatar corpo de advogado cimentado no fundo de poço. — Foto: TV Verdes Mares/Reprodução
Bombeiros usaram uma máquina para resgatar corpo de advogado cimentado no fundo de poço. — Foto: TV Verdes Mares/Reprodução

 

 

O caseiro e a mulher acusados de matar o advogado Aldrin Helanio Coelho Fonteneles, de 49 anos, e esconder o corpo em um poço na Praia do Iguape, no município de Aquiraz,
Região Metropolitana de Fortaleza, foram condenados nesta quinta-feira
(30) a penas que somadas chegam a 15 anos e 6 meses de prisão.

O crime ocorreu em fevereiro de 2017, no sítio da vítima, que era
proprietário de um depósito de materiais de construção e um de pet shop.
Aldrin ficou dois dias desaparecido, até familiares acionarem a polícia
e o corpo dele ser encontrado no fundo, de um poço.

Antônio Rodrigo de Sousa e Maria Ivone Nascimento Menezes prestavam
serviços para a vítima como caseiros e residiam no local. O casal foi
preso no mesmo dia que o corpo do advogado foi localizado.

Conforme as investigações, o casal praticou o crime em decorrência de
uma briga com o patrão por ele recomendar aos donos de bares da região
que não vendesse bebida alcoólica ao caseiro. Rodrigo entrou em luta
corporal com o advogado e utilizou uma corda para enforcar a vítima, que
depois foi jogada no poço. 

Caseiro e mulher são condenados a 15 anos de prisão por matar advogado e esconder corpo em poço — Foto: Arquivo pessoal

Antônio Rodrigo foi condenado a 12 anos e 6 meses de reclusão por
homicídio, fraude processual e ocultação de cadáver. Como ele está preso
desde 2017, já cumpriu seis anos, nove meses e dez dias. Resta o
cumprimento de 5 anos, oito meses e 20 dias de reclusão a ser cumprido em regime semiaberto.

“Ressalte-se que o regime considerou não somente o intervalo matemático
constante do art. 33 do CP, mas também ofato de ter transcorrido tempo
suficiente para progressão de regime. No caso em espécie não é cabível a
substituição da pena e a suspensão da pena, em razão do não
preenchimento de seus requisitos objetivos e por se tratar de crime
hediondo”, diz um trecho da sentença.

Já Maria Ivone, foi condenada a 3 anos de reclusão
por omissão. A Justiça considerou que a pena já foi cumprida, devido ao
tempo que ela está presa e pediu a expedição do alvará de soltura da
mulher. 

 

 

 (G1/CE)

 


Fonte: Ipu Noticias

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